quarta-feira, 2 de junho de 2010

Direito de corpo.

Pensei, como sempre pensei, e conversei comigo comentando e questionando minhas ações. Não faço coisas erradas, não mato, não bato, não roubo e não dano a ninguém.
Meu corpo, meu direito.
O entrego a quem quero na hora que quero.
Beijo a quem quero na hora que quero.
O jogo aonde quero na hora que quero.
Não faço nada errado, quem me pune é o maldito moralismo no qual fomos criados.
Essa merda que nos faz acreditar em falsas coisas, em falsos pudores, em coisas que não existem.
Por que ninguém se interessa em melhorar mas quando o assunto é corpo e sexo todos se viram para ouvir, julgar, apontar e reprimir ?
Por que ninguém se importa quando tentamos invadir as ruas porém, quando aquela menina faz o que quer todos param e atacam suas pedras, esperando ver-la sangrar ?

O moralismo faz isso, seguirá fazendo isso.
A gravidez, as doenças, as mortes... tudo seguirá com ele, até quando todos quiserem.

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